quinta-feira, 15 de setembro de 2011

"Educação fará sociedade mais ética". Diz Dilma.

Dilma fala de educação e ética na entrega de creches.

FOTO: Dilma destacou a importância do PAC e da Unidade de Polícia Pacificadora ...
blogdomaturo.blogspot.com

    Do educAÇÃO BR

    É educando as criancinhas que deixaremos de punir os adultos, já disse um filosofo. Nossa presidente ao falar das politicas públicas que visam atender nossas crianças, acerta na premissa de que cuidar delas, dos filhos do Brasil fará o pais mais ético, pois a ética já está muito carregada nessa ação.

    No entanto, se tratando de Brasil, acompanhando os noticiários atuais que se assemelham aos velhos papeis da nossa imprensa, tantos escândalos de corrupção, vemos que ainda, infelizmente são apenas palavras jogadas ao vento, palavras populistas bem ensinadas por Lula a uma gama de políticos que se posicionam numa nova forma de governar, a herança do presidente pernambucano segue nas profecias de Dilma, e as ações, por mais que sejam executadas, ainda esbarram e se desencontram das suas reais finalidades por serem desviadas, justamente pela forma histórica da conjuntura politica do nosso pais, historicamente antiética.

    Por tanto, dizer que a educação fará nossa sociedade ser ética, enquanto se desrespeita uma lei constitucional para piso salarial dos professores, os institutos federais em greve, resultados alarmantes no último ENEM. No caso da nossa presidência, nosso governo, políticos e suas raízes da corrupção é quase a mesma coisa que dizer - faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Dar bons exemplos é um grande exercício de ética.

    Do G1



    A presidente Dilma afirmou nesta quinta-feira (15) que garantir educação a crianças e jovens tornará a sociedade brasileira mais “virtuosa” e “ética”. Dilma participou do lançamento de um plano de ampliação da rede de creches e pré-escolas municipais. Um país pode ser medido pela capacidade de atender às mães e as crianças. Se tivermos nossas crianças bem educadas, com apoio, acolhimento e carinho, certamente teremos uma sociedade bem mais virtuosa, tanto do ponto de vista ético como no direito de cada um dos brasileiros a ter as mesmas oportunidades”, afirmou.

    Desde o início do governo Dilma, quatro ministros deixaram o cargo por denúncias de irregularidades e corrupção. Nesta quarta (14), Pedro Novais pediu demissão do Ministério do Turismo após denúncia de que ele teria feito uso irregular de recursos públicos para fins particulares, tornando-se o quinto ministro a sair do governo. O deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) foi escolhido por Dilma para substituir Novais no cargo.

    Ainda durante a cerimônia de ampliação de creches, Dilma afirmou que universalizar o ensino pré-escolar é condição para que o Brasil se torne uma potência mundial. “Fazer creches é cumprir esse dispositivo que faz com que o Brasil chegue em 2016 tendo universalizado o ensino pré-escolar de quatro a cinco anos de idade. É algo fundamental para sermos uma grande potência”, disse.

    O programa lançado por Dilma na manhã desta quarta está previsto na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC 2, e prevê a possibilidade de construção de 4,9 mil creches em 1,4 mil municípios. Também serão construídas, de acordo com o projeto, 6,1 mil quadras esportivas cobertas em escolas públicas. O objetivo do governo é atender 100% das crianças de 4 a 5 anos até 2016 e 50% das crianças de 0 a 3 anos até 2020.

    segunda-feira, 12 de setembro de 2011

    Professores mineiros estão acorrentados em greve por salário

     
    Charles Silva Duarte/O Tempo/AE)

    Do educAÇÃO BR

    Mais uma denuncia que sempre vale a pena mostrar, pois vivemos em uma falsa república, esta que não cuida das "coisas do povo", a educação que deve ser o maior bem do povo, neste pais é massacrada, a surra aparece na falta de estrutura das escolas e na desvalorização dos oprimidos professores. Os maus tratos também acontecem na saúde, na segurança, em tudo que é publico, mas na educação, não temos mais dúvidas, é notório, para todos verem.

    A notoriedade se dá na condição de os professores conquistarem por via legal, depois de muita luta, primeiramente que um projeto de lei fosse feito e depois aprovado no congresso. A lei do parco piso do magistério no Brasil "sem lei" (as que atendem interesses públicos) não poderia ser executada imediatamente, ainda mais uma que versa melhorias na educação pública. Governadores de cinco estados entraram na justiça contra a lei, o processo teve que ir para o supremo este ano e foi votado pelos ministros como constitucional, já fazem meses que a lei está em vigor, mas não nas cabeças e vontades de governadores e prefeitos.

    Nossos políticos desrespeitam nossas leis, eles mostram que democracia temos, esta que só existe para elegê-los, mostram que a república é realmente uma coisa, uma aberração pública, um monstro contra o povo.

    Do G1

    Professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais fazem protesto nesta segunda-feira (12) na Região Central de Belo Horizonte. Um grupo, com correntes nas mãos e no pescoço, ocupou o Pirulito da Praça Sete, monumento no cruzamento das avenidas Amazonas e Afonso Pena.

    Os manifestantes prometem ficar acorrentados até às 19h em protesto por reajuste salarial. O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação do estado, o Sind-UTE, é contra a proposta de remuneração enviada pelo governo à Assembleia Legislativa, que oferece vencimento de R$ 712. A categoria pede R$ 1.597,87 para jornada de 24 horas semanais e Ensino Médio.

    Os professores da rede estadual estão em greve desde o dia 8 de junho. Em assembleia da categoria no dia 8 de setembro, a paralisação foi mantida por tempo indeterminado. O governo do estado afirma que cumpre o piso salarial estipulado pelo Ministério da Educação. 

    (Foto: Charles Silva Duarte/O Tempo/AE)



    quinta-feira, 1 de setembro de 2011

    As últimas do concurso da educação em PE

    Protesto na época em que PE pagava o pior salário de professor do país.
    Atualmente paga o segundo pior.
    Charge criticando o primeiro mandato de Eduardo Campos.
    Do educAÇÃO BR.

    Mais um capitulo da novela do último concurso que o governo de Pernambuco fez para o quadro de professores da educação. Uma reunião de lideres e membros do MOPROPE (Movimento Organizado dos Professores de Pernambuco) ocorreu na última quinta feira, dia 25 de agosto na sede da SEDUC no bairro da várzea em Recife.

    O Secretário de Educação Anderson Gomes recebeu os professores com funcionários de todos os setores, inclusive o jurídico. Após a contratação temporária de 4.500 professores em janeiro de 2011, os mais de 1000 aprovados no certame realizado 2009 indignaram-se e foram cobrar a nomeação, esta que até hoje não saiu por falta de vontade politica do governo que se levanta contra o Ministério Público que por força do MOPROPE e sociedade instaurou um inquérito com base na constituição afirmando a ilegalidade das contratações temporárias em detrimento de cargos que necessitam ser ocupados por professores concursados.

    Na reunião Anderson já iniciou a participação do governo dizendo que já conhecia o discurso do movimento dos professores e que o Estado não precisa de mais professores efetivos, o que mais uma vez contraria o número de contratos que já passa dos 5.000, fora o edital aberto para contratos em projetos especiais.

    Juarez Ribeiro, o presidente do MOPROPE argumentou categoricamente a situação de ilegalidade e desrespeito com a situação dos profissionais concursados e as consequências na qualidade do serviço de educação em Pernambuco e silenciou o secretário e sua equipe na defesa da postura da gestão, que quando resolveu se justificar acabou tendo um discurso confuso e desamparado de questões previstas na legislação sobre o serviço público. 

    Pernambuco, no segundo mandato de Eduardo Campos, continua com péssimos índices na educação básica e na questão da valorização do professor é o penúltimo estado da federação ficando com uma situação melhor somente em relação ao Rio Grande do Norte (pior salário de professores do Brasil).
    O MOPROPE pretende não desistir da questão e planeja fazer protestos mais incisivos e de maior repercussão no Palácio do Campo das Princesas na capital Pernambucana.






    segunda-feira, 22 de agosto de 2011

    Governador administra por poder e quer que professor ensine por amor, não por salário.

    Eduardo Campos Gov. de Pernambuco e Cid Gomes Gov. do Ceará em encontro do PSB.









    Do educAÇÃO BR.


    É temoroso, asqueroso e até nojento saber que políticos brasileiros são capazes de tecer tal comentário sobre os professores do sistema público, ainda mais vindo de um chefe de estado. Estamos vivendo uma fase na democracia do país que diante de grandes índices de votação, os eleitos pensam e se comportam como deuses da administração pública, falam e fazem aquilo que querem, mesmo que isto seja algo que ataque o regime democrático que o elegeu.

    Cid Gomes é um dos políticos que obteve uma vitória muito expressiva nas ultimas eleições, assim como Eduardo Campos de Pernambuco, obteve mais de 80% dos votos, o governador cearense e o colega pernambucano de partido (PSB) adotam uma politica educacional austera ao servidor, os estados do CE e PE são bastante defasados na qualidade da educação e são campeões da desvalorização do servidor - professor a nível nacional. Pernambuco atualmente paga o 2º pior salário do Brasil, na frente apenas do Rio Grande do Norte (pior salário) e o Ceará acompanha entre os seis piores do país sendo o 5º pior salário.

    Ambos os estados nordestinos assim como a maioria das 27 unidades da federação não pagavam o piso salarial que foi aprovado como lei duas vezes, uma pelo congresso e após cinco estados recorrerem na justiça, entre eles o Ceará, foi novamente aprovado pelo STF, e mesmo assim, ainda existem estados e municípios desrespeitando a lei do piso e o artigo que prevê 1/3 da carga horária de 40 horas semanais para planejamento.

    Cid Gomes assim como Eduardo Campos e outros governadores deveriam proceder como no próprio comentário do Gomes, deveriam ganhar o mesmo salário que os professores e governar, administrar os estados por amor, ou caso não quisessem ganhar pouco, que procurassem o Beach Park ou um resort em Porto de Galinhas para serem administradores privados e não públicos, no privado eles com certeza ganhariam mais do que os pobres professores.

    Mas se atendo a realidade, os governadores neste país só se propõem aos cargos públicos pelos valores lícitos e ilícitos que a posição lhes permite, nunca por amor ao estado, este esboço de amor pela terrinha, só se vê em época de campanha. E os excelentíssimos governadores, só tem essa postura por seus filhos não estudarem nas escolas públicas, ou seja, Cid Gomes com esse comentário acabou dizendo: - se danem os filhos dos pobres que não podem colocar seus filhos nas escolas particulares. Será que se ele fosse um administrador, um diretor de escola privada, a dos seus filhos, ele iria dar péssimos salários aos professores de seus herdeiros? 


    Fonte: Sindicato APEOC
    "Quem quer dar aula faz isso por gosto e não pelo salário. Se quer ganhar melhor, pede demissão e vai para o ensino privado. Eles pagam mais? Não. O corporativismo é uma praga"

    Cid Gomes, governador do Ceará, ao participar de um seminário em Natal sobre  Educação e aproveitar para criticar os professores da rede pública de ensino que entram em greve.


    Neste sentido perguntamos se o Governador governa por gosto? Se for o caso, que ele renuncie o seu salário de governador. 


    Que ele peça demissão e vá trabalhar no Beach Park do seu amigo e escudeiro Arialdo Pinho, quem sabe ele pague mais.Pois, nós professores/as temos sim muito amor e gosto por nossa profissão, mesmo ela não sendo valorizada pelo governo. Infelizmente em nosso Estado o dinheiro que poderia ser utilizado para pagar o piso dos professores vai descarga a dentro nas privadas da corrupção desse governo, que aí sim, é uma verdadeira PRAGA


    Atenciosamente,André Sabino. Secretário de Cultura do Sindicato APEOC.
    www.apeoc.org.br

    domingo, 14 de agosto de 2011

    Paralização Nacional da Educação - 16 de Agosto. Terça


    Do educAÇÃO BR

    Pelo absurdo de uma lei aprovada duas vezes e que ainda não é cumprida por estados e municipios, que os professores do Brasil devem mais do que nunca se atentar a este total desrespeito, tão na cara de todos e mostrar união para conseguir vencer os governos que descaradamente não ligam para educação neste país.

    E francamente, esperamos que os professores paralizem para discutir, para fortalecimento sobre as questões da classe e não para se aproveitar da situação, para folgar. É hora que a muito já passou de todos os educadores honrarem a alcunha profissional. 

    A CNTE convoca todas as entidades filiadas a participarem da paralisação nacional que vai acontecer no dia 16 de agosto. O principal objetivo da mobilização será cobrar a implementação do Piso nos estados. Mesmo com a aprovação da Lei do Piso e com o reconhecimento da sua legalidade por parte dos ministros do STF, professores de alguns municípios e estados ainda não recebem o valor estipulado em lei. Assim, a Confederação orienta a todos os sindicatos que participem dessa luta pela implantação do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). É preciso que o processo de negociação com os governos inicie com o valor de R$ 1.597,87, defendido pela entidade como vencimento inicial na carreira.
    A CNTE também reivindicará o cumprimento integral da lei com 1/3 da jornada destinada para a hora atividade. O valor do Piso deve ser aplicado para as jornadas de trabalho que estão instituídas nos planos de carreira de estados e municípios. "A paralisação vai acentuar a luta pelo Piso. É dessa maneira que nós vamos conseguir fazer valer a Lei e os interesses de uma educação de qualidade no Plano Nacional de Educação (PNE). Isso porque, tudo que é possível para fazer postergar essa vitória, que não é só dos trabalhadores, mas da educação pública brasileira, vem sendo feito pelos gestores. Então isso causa um problema, um tensionamento desnecessário e só atrasa os passos iniciais para que a gente possa entrar no rumo de um país com educação pública de qualidade. Aliás, é deseducador do ponto de vista da cidadania, que os governos estejam promovendo e encontrando subterfúgios para descumprir a Lei que foi aprovada duas vezes", ressaltou o presidente da CNTE, Roberto Leão.

    Leão também destacou o desrespeito à carreira dos professores em todo o país. "No que diz respeito à carreira podemos observar que se eles pagam o Piso para o professor de nível médio, eles dão uma diferença de 10, 20, 30 reais para o professor com formação de nível superior e isso descaracteriza a carreira. São artifícios para fazer economia às custas da educação. Então nós temos muito dinheiro da educação que vai para o lixo com desvio na merenda escolar, no transporte escolar e na construção. Todas as mazelas existem com o dinheiro da educação e isso precisa acabar para melhorar a gestão", finalizou.
    (CNTE, 14/07/2011)

    sábado, 6 de agosto de 2011

    Faltas por motivos de saúde custam R$ 2 bi à educação em SP

    Estimativa se refere a gastos com faltas e licenças de professores e funcionários da rede estadual; cerca de 20% se ausentam por ano

    Do educAÇÃO BR
    Na vista de resultados de estudos como estes da reportagem abaixo é que confirmamos o quanto nossa educação é prejudicada pela insuficiência ou má aplicação de recursos e investimentos no sistema público escolar brasileiro. Esta constatação em São Paulo se reproduz em outras unidades da federação. 
    Obviamente o absenteísmo é muito ruim para os estudantes, para o aprendizado, e também é verdade que existam professores que dão muitos “jeitinhos” para entrar de licença e assim fugir da sala de aula.
    Primeiro, estes que são os “professores malandros”, não são maioria, e esta minoria existe em qualquer profissão. E segundo, no trabalho docente, da forma e condição que ele acontece na educação pública brasileira é de se esperar que estes profissionais despontem na lista de licenciados por motivos médicos, é muita insalubridade, desrespeito, desvalorização, professores são vitimas de um sistema que cobra resultados na educação, valoriza ridiculamente para tamanha responsabilidade de formar pessoas com uma carga horaria estafante, e na falta destes resultados, o professor é o culpado.
    Desta forma, a licença é algo muito comum na carreira de 20, 25 anos nessa vida tão perigosa para a saúde física, mental e financeira destes profissionais.
    Fonte. Estadão
    As faltas e licenças por motivos de saúde dos professores e funcionários da rede estadual de São Paulo custam, anualmente, uma média de R$ 2 bilhões aos cofres do governo. Aproximadamente 20% da força de trabalho contratada da Secretaria Estadual de Educação esteve ausente, durante o período letivo, por razões relacionadas à saúde.

    As constatações estão na pesquisa "Faltas e licenças médicas: o absenteísmo na Secretaria de Estado da Educação de São Paulo", dissertação de mestrado de Mário Augusto Porto publicada no fim de julho. Ele utilizou todo o banco de dados da pasta, que reúne informações de todas as 91 diretorias de ensino, entre maio de 2008 e julho de 2009.

    "O valor de R$ 2 bilhões é uma estimativa em cima da folha de pagamento da secretaria, que custa em torno de R$ 10 bilhões", afirma Porto.

    Em 2008, a Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei que limita em até seis por ano o número de faltas dos servidores estaduais para consultas médicas.

    O estudo também constatou que os afastamentos por motivos de saúde se concentram nos meses letivos - em janeiro, por exemplo, quase não há faltas e licenças registradas. Para Porto, o maior prejuízo é pedagógico.

    "O aprendizado do aluno também se dá pelo vínculo que ele constrói com o professor, que deve estar ali, presente", explica. "Além disso, os investimentos feitos com a formação continuada dos docentes podem ser perdidos, porque são chamados substitutos de fora da rede para cobrir as aulas dos afastados."

    Para Rosemeire Reis da Silva, professora do Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e especialista no ofício docente, a questão das faltas é complexa. "Por um lado, há o prejuízo pedagógico, porque o aluno precisa do vínculo com o professor e a continuidade do trabalho fica comprometida", explica. "Mas não se pode culpar o profissional. Há muitos estudos sobre o mal-estar docente, que mostram que eles não se sentem valorizados nem reconhecidos."

    Em nota, a Secretaria Estadual de Educação afirma que tem implementado ações para melhorar as condições de trabalho e reduzir o absenteísmo. A pasta destaca ações preventivas, como o programa São Paulo Educação com Saúde, cujo objetivo é "promover a saúde dos professores e realizar o diagnóstico precoce dos servidores". O programa tem um investimento de R$ 27 milhões e deve beneficiar, em sua primeira etapa, 65 mil funcionários. A secretaria afirma também que oferece suporte para profissionais que apresentam algum problema de saúde.

    Doenças. Segundo Porto, a maior parte das faltas e licenças por motivos de saúde são motivadas por problemas psiquiátricos. "Estudos mostram que as principais causas de afastamentos por motivos de saúde são por transtornos mentais, seguidos por doenças relacionadas a dores musculares", explica.

    A advogada Andreia dos Santos Luiz, que atua no Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), concorda. "Isso ocorre especialmente por conta das pressões, ritmo de trabalho e falta de valorização que os docentes enfrentam", afirma.

    Professores que já se afastaram do trabalho por motivos de saúde concordam. "A qualidade de vida do professor mudou muito nos últimos anos. São muitas frustrações", afirma o professor de ciências José Andrade, de 43 anos, há 22 na rede. Atualmente, ele leciona, mas já ficou afastado por causa de depressão.

    sexta-feira, 5 de agosto de 2011

    Teto de escola desaba e deixa 17 estudantes feridos

    O teto dos estudantes e o piso dos professores.

    Do educAÇÃO BR

    Enquanto os tetos das escolas caem nas cabeças dos estudantes, professores sem piso salarial, ou ainda quando tem, estes que são cheios de buracos, colocam os educadores e os educandos em um abismo educacional. Dor também nas cabeças das autoridades, que se vêem acuadas pela exposição na mídia destes tristes fatos, a preocupação não fica na integridade das crianças, mas dentro das urnas das próximas eleições. 


    Já passou da hora de todas as unidades da federação fazerem um pacto pela educação, estudantes e professores de todo o país se unirem e realizarem uma grande revolução, demolir, implodir os governos que resistem na ignorância político-eleitoral de usar a educação como cabide de emprego, de jogar financeiramente com os recursos destinados ao setor, economizar com reformas.

    O teto de uma escola no interior de Alagoas é um retrato torto na parede da educação pública brasileira, as cabecinhas dos nossos jovens estão literalmente correndo perigo físico e intelectual.
    Em um país que o professor tem piso, este abaixo do nível do justo, enquanto deputados tem o céu salarial, a corrupção não precisa nem soprar muito, escolas continuarão caindo.  

     

    Uma multidão se formou na frente da escola em busca de informações.


    Neilton Ferreira/Alagoas Última Hoora
    07h53, 05 de Agosto de 2011  
    Amanda Dantas - Alagoas - Última Hora

    O teto de uma das salas de aula da Escola Estadual Dom Constantino Luers, situada na cidade de Campo Alegre, distante 94 km de Maceió, desabou na noite de ontem (04) e feriu 17 alunos. No momento do acidente cerca de 50 estudantes ocupavam a sala do 2° ano que estudam no período da manhã e que estavam na escola no horário do desabamento repondo uma aula.

    As primeiras informações são de que os estudantes sofreram ferimentos leves, foram atendidos por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e em seguida levados para a unidade de emergência de Arapiraca. Uma das alunas, que não teve o nome identificado, foi levada para o hospital da cidade ainda desacordada.

    Logo após o acidente uma multidão se formou na frente da escola em busca de informações. Dados não oficiais dão conta de que outras duas salas também estão com a estrutura comprometida.
    As aulas deverão ser suspensas por tempo indeterminado. A última reforma foi realizada em 2005, ainda na gestão do ex-governador Ronaldo Lessa.

    A Secretaria de Estado de Educação e Esporte divulgou nota informando que ainda não sabe as causas do acidente e que após apuração serão apontados os responsáveis pelo desabamento.
    O secretário da pasta, Adriano Soares, determinará vistoria em caráter de urgência para identificação da situação de outras unidades de ensino da rede pública.

    Confira a lista dos alunos feridos, encaminhados à Unidade de Emergência (EU) do Agreste: Cristina Mota de Mendonça, 20 anos; Jaciana Gregório da silva, 23 anos; Edjane da Silva Lins, 17 anos; Erverton Douglas dos Santos, 18 anos; Karllegy Deyves dos Santos Ribeiro, 16 anos; Rosângela Maria da Silva, 31 anos; Ana Cavalcante da Silva, 22 anos; Marciano Vieira, 18 anos; Rosana Araújo da Silva, 17 anos; Maria Taciana dos Santos, 16 anos; Josefa da Silva Santos, 22 anos; José Jeferson Quirino da Silva, 18 anos; Natália Gonçalves Nascimento, 16 anos; Marcos Fernando Cavalcante, 37 anos; Paula Vieira da Silva, 15 anos; Cislane, idade não divulgada; Maria Rafaela dos Santos, 38 anos.

    A secretária de Educação de Campo Alegre, Nadja Maria Azevedo, se prontificou em dar apoio aos familiares e aos alunos afetados pelo acidente.

    quarta-feira, 3 de agosto de 2011

    54,5 milhões para implementar educação integral.


    Do educAÇÃO BR
    Essa liberação de dinheiro chega a preocupar, pois sabemos da natureza corrupta dos nossos administradores públicos, principalmente nas cidades mais remotas, os municípios de pequeno e médio porte no Brasil. Sabemos que quando há vontade política para liberação de recursos, esta não surge acompanhada da vontade de fiscalizar o uso dos valores.
    Outra critica surge das dificuldades que existem na implementação da escola integral, pois se há verba para tal realização, falta material humano, ou a competência e formação correta do contingente de educadores no Brasil, ainda a sabida falta de valorização destes profissionais. Deste jeito fica difícil enxergar o bom uso, uma eficácia no gasto de metade destes milhões nos municípios brasileiros, já sabemos dos entraves e dos fracassos com a educação "não integral", e agora escolas devem se preparar para tentar programar a integral.

    Há ainda o risco de escolas de tempo integral virarem depósitos "com carga horária mais avançada" de crianças, e tais atividades que envolvem trabalhos culturais nas diversas áreas, nos horários extras currículos serem tão defasadas ou mais do que as existentes no horário básico.
    Fonte. Terra Brasil

    O governo repassou R$ 54,5 milhões para implementar a educação integral em escolas públicas municipais de 19 estados. Os recursos já estão disponíveis nesta terça-feira nas contas correntes dos beneficiários, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). O valor foi transferido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
    Para implantar a educação integral, as unidades de ensino contempladas devem oferecer uma jornada escolar de, no mínimo, sete horas diárias. Nesse período, além das disciplinas curriculares, os alunos participam de atividades em diversas áreas, como cultura, artes, esporte, lazer, educação ambiental, investigação científica e recebem acompanhamento pedagógico.
    Os recursos repassados pelo Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) servem para contratar serviços e adquirir materiais permanentes e de consumo necessários à realização das atividades e para ressarcir despesas com transporte e alimentação dos monitores.

    domingo, 31 de julho de 2011

    Piso de R$ 2.180,00 até 2015 para os professores. Será que dá?

    Da WEB

    Do educAÇÃOBR
    “Como disse o Deputado Romero Rodrigues - A valorização do profissional do ensino é a primeira providência para evitar a perda de sua dignidade e identidade profissional” (todos dizem isso). Mas o que esperar de um congresso e ainda de governadores de estados que brigam na justiça para não pagar o atual piso (R$ 1,180,00), e continuam desrespeitando o que já é lei segundo o Supremo, esperamos com certa tranquilidade um dia uma remuneração mais perto do justo aos nossos professores, esse dia será no ano de 2015?
    Não podemos negar que mudanças para melhor estão acontecendo nos últimos anos a respeito da valorização dos professores, não são as que devem ser, mas já há um inicio, um projeto propulsor com muitas peças faltando, mesmo assim, algo que era impensável de acompanhar na mídia a 8, 10 anos atrás. Está havendo um levante estrutural na educação brasileira, este se fosse melhor orquestrado pelos próprios professores (classe muito desunida e inconsciente do poder que tem), a tão proferida e "profetizada" revolução da e pela educação aconteceria com mais velocidade e o mais importante, com segurança de quem a faz e daqueles que serão afetados por ela, todo o povo brasileiro.
    Fonte: PCI Concursos.

    A Câmara analisa o Projeto de Lei 698/11, que fixa em R$ 2.180,00 o valor do piso salarial dos profissionais do magistério público da educação básica. O piso atual é de R$ 1.187,97 e vale para os profissionais que cumprem jornada de trabalho máxima de 40h semanais. Segundo o projeto, de autoria do deputado Romero Rodrigues, o reajuste será aplicado de forma escalonada: 1/3 no primeiro ano, 2/3 no segundo ano e o valor integral a partir do terceiro ano.

    O autor da proposta argumenta que o valor atual do piso está desatualizado. O piso do magistério foi fixado inicialmente em R$ 950,00 pela Lei 11.738/08. Segundo Romero Rodrigues, caso o Ministério da Educação tivesse aplicado os reajustes corretamente, o piso deveria valer hoje R$ 2.180,00.

    A Lei 11.738/08 estabelece que o valor do piso deve ser reajustado anualmente, de acordo com o crescimento do valor mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano.
    Para o deputado, o reajuste do piso vai garantir o direito dos professores a uma remuneração justa. "A valorização do profissional do ensino é a primeira providência para evitar a perda de sua dignidade e identidade profissional", afirma.

    Tramitação:
    A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Educação e Cultura; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    Mais informações através do endereço eletrônico www.camara.gov.br.

    quinta-feira, 14 de julho de 2011

    Se escola fosse estádio e educação fosse Copa.

    Por Jorge Portugal

    
    Passei, nesses últimos dias, meu olhar pelo noticiário nacional e não dá outra: copa do mundo, construção de estádios, ampliação de aeroportos, modernização dos meios de transportes, um frenesi em torno do tema que domina mentes e corações de dez entre dez brasileiros.

    Há semanas, o todo-poderoso do futebol mundial ousou desconfiar de nossa capacidade de entregar o “circo da copa” em tempo hábil para a realização do evento, e deve ter recebido pancada de todos os lados pois, imediatamente, retratou-se e até elogiou publicamente o ritmo das obras.

    Fiquei pensando: já imaginaram se um terço desse vigor cívico-esportivo fosse canalizado para melhorar nosso ensino público? É… pois se todo mundo acha que reside aí nossa falha fundamental, nosso pecado social de fundo, que compromete todo o futuro e a própria sustentabilidade de nossa condição de BRIC, por que não um esforço nacional pela educação pública de qualidade igual ao que despendemos para preparar a Copa do Mundo?

    E olhe que nem precisaria ser tanto! Lembrei-me, incontinenti, que o educador Cristovam Buarque, ex-ministro da Educação e hoje senador da República, encaminhou ao Senado dois projetos com o condão de fazer as coisas nessa área ganharem velocidade de lebre: um deles prevê simplesmente a federalização do ensino público, ou seja, nosso ensino básico passaria a ser responsabilidade da União, com professores, coordenadores e corpo administrativo tendo seus planos de carreira e recebendo salários compatíveis com os de funcionários do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal. Que tal? Não é valorizar essa classe estratégica ao nosso crescimento o desejo de todos que amamos o Brasil? O projeto está lá… parado, quieto, na gaveta de algum relator.

    O outro projeto, do mesmo Cristovam, é uma verdadeira “bomba do bem”. Leiam com atenção: ele, o projeto, prevê que “daqui a sete anos, todos os detentores de cargo público, do vereador ao presidente da República serão obrigados a matricular seus filhos na rede pública de ensino”. E então? Já imaginaram o esforço que deputados (estaduais e federais), senadores e governadores não fariam para melhorar nossas escolas, sabendo que seus filhos, netos, iriam estudar nelas daqui a sete anos? Pois bem, esse projeto está adormecido na gaveta do senador Antônio Carlos Valladares, de Sergipe, seu relator. E não anda. E ninguém sabe dele.

    Desafio ao leitor: você é capaz de, daí do seu conforto, concordando com os projetos, pegar o seu computador e passar um e-mail para o senador Valadares (antoniocarlosvaladares@senador.gov.br) pedindo que ele desengavete essa “bomba do bem”? É um ato cívico simples. Pela educação. Porque pela Copa já estamos fazendo muito mais.

    Jorge Portugal é educador, poeta e apresentador de TV. Idealizou e apresenta o programa “Tô Sabendo”, da TV Brasil.
    Fonte: Terra Magazine

    terça-feira, 12 de julho de 2011

    Violência contra professores no Rio

    Secretário de Educação recebe professores; grupo permanece acampado.

    Do educAÇÃO BR

    Depois da mão pesada do governo carioca contra os bombeiros que buscavam melhorias salariais, agora é a vez dos professores receberem a truculência de um governo que na semelhança com outros neste país pensa que pode fazer o que bem entende com o povo, principalmente depois de bons resultados nas últimas eleições.
    Governos e governadores prepotentes, arrogantes, passam da austeridade e transbordam na covardia. Esta covardia que já se estabelece nas misérias que pagam para as categorias que mais trabalham e que são essencialmente importantes para a vida social e assim chegam a absurdos que infelizmente não são compreendidos pela massa que continua cega e caindo no jogo dos governos que ainda conseguem inverter os polos, e os agredidos e oprimidos por vezes passam a terroristas e irresponsáveis agressores da ordem pública e do progresso.

    Mas onde está a ordem e principalmente o progresso em pagar miseravelmente os que salvam e educam e conter suas revoltas com ainda mais violência, fora as outras, a física?

    Jornal do Brasil
    No início da tarde desta terça-feira, após um grupo de 500 professores invadirem a sede da Secretaria Estadual de Educação, na Rua da Ajuda, Centro do Rio, o secretário Wilson Risolia decidiu receber um grupo de professores em audiência.

    Segundo o integrante do Sindicato de Profissionais da Educação Sérgio Paulo Aurnheimer, 50 manifestantes permanecem ocupando o quinto andar do prédio da Secretaria, enquanto outros mais de 400 seguem em manifestação nas imediações reclamando reajuste de 26%.
    Mais cedo, policias do Batalhão de Choque entraram no prédio invadido e jogaram spray de pimenta no grupo. A categoria pede reajuste emergencial de 26%, incorporação imediata da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar somente em 2015), e descongelamento do Plano de Carreira dos funcionários administrativos.

    Nota da Secretaria
    Em nota, a Secretaria de Educação lamentou o episódio. "A Secretaria de Educação informa que um grupo de professores invadiu o prédio da Secretaria de Educação e quebrou a porta de vidro, forçando a entrada. A Seeduc lamenta a postura dos servidores, e reafirma que está aberta ao diálogo em busca do entendimento pacífico entre as partes".

    quinta-feira, 7 de julho de 2011

    Jovens lutam com beijos por melhoras na educação chilena



    Juventude chilena luta e beija a serviço da Educação pública

    Juventude chilena luta e beija a serviço da Educação Pública!
    Juventude chilena luta e beija em defesa da Educação Pública!
    No início do mês de Junho, as manifestações em defesa da Educação Pública começaram a sacudir o país. O centro das reivindicações é a estatização dos estabelecimentos de ensino, a garantia de mais recursos para a educação e reformas profundas no sistema de ensino chileno. Por isso, mesmo com a declaração do presidente Sebastián Piñera de que os recursos seriam ampliados, as mobilizações continuam e seguem se fortalecendo.
    No dia 17 de Junho, 70 mil estudantes, professores e funcionários, com o apoio de outras categorias e movimentos, como os funcionários da saúde municipal de Santiago e os ambientalistas que lutam contra a construção de hidrelétricas na região da Patagônia, tomaram as ruas de Santiago e fizeram ecoar suas reivindicações para uma Educação pública e com maior acesso da população jovem.
    O Chile é um dos países latino americanos aonde os planos neoliberais para a Educação mais se aprofundaram e por isso, tido pelos organismos internacionais como modelo para a América Latina. O “coração” desse modelo é o investimento de dinheiro público nas universidades particulares, o que favorece o crescimento deste setor, e a cobrança de mensalidades inclusive nas instituições públicas. O Estado é responsável por 50% das matrículas realizadas em universidades particulares e apenas 8% das instituições privadas não recebem recursos do Estado. 7% do PIB do país é destinado para a Educação, no entanto, a maior parte desses recursos vai para o financiamento das instituições privadas, em lugar de ampliar o financiamento das instituições públicas e acabar com suas mensalidades.
    O país também não possui um sistema de fiscalização efetivo sobre o repasse de verbas para as instituições privadas, o que garante a existência de fraudes e desvios, conduta típica de quando se está falando de negócios e foi nisso que a Educação chilena se transformou, em um grande negócio que enriquece alguns poucos e priva muitos do acesso ao ensino público, gratuito e de qualidade.
    Na noite do dia 6 julho, os estudantes promoveram um beijaço em defesa da Educação. Era mais uma forma de protesto e uma resposta aos representantes e defensores do governo de que as manifestações eram violentas. Combinado a isso, um estudante de Engenharia Mecânica da Universidad Técnica Federico Santa María, Exequiel Medina, iniciou uma greve de fome para que o governo atenda as reivindicações dos jovens. O governo ainda não se dispôs a negociar e o movimento corretamente alerta para o fato de que a condição para negociação é incorporar na mesa de negociação todos os setores em luta, universitários, secundaristas, professores e funcionários.
    Todo apoio à luta da Juventude Chilena por mais verbas para a Educação e pela estatização do sistemade ensino!A ANEL apóia integralmente a juventude chilena e está entrando em contato com ativistas do país, para acompanharmos cada vez mais de perto esse processo tão justo e tão importante para a luta pela Educação no Brasil e em toda a América Latina. Sigam acompanhando o site.

    terça-feira, 5 de julho de 2011

    O Brasil sai feio na foto.

    Outdoor´s Jaraguá - SC
    Do educAÇÃO BR

    Brasil: Feio na Foto

    Triste foto, retrato do desrespeito e das injustiças do nosso país. Desrespeito ao direito de uma educação de qualidade e injustiça aos profissionais que realmente trabalham na linha de frente para fazer o Brasil mudar, para fazê-lo aparecer melhor na foto.

    Parlamentares que são eleitos justamente pela falta de critica, consciência do povo que só será um dia deste pela via da educação, sabendo das fraquezas do sistema, abusam para triplicar a cada reajuste seus salários enquanto professores com nível superior tem que lutar, travar greve  para terem executada uma lei (direito previsto, mas não garantido no Brasil) de um piso dez vezes menor que o salário dos ilustres engravatados. 

    No caso Tiririca, este foi eleito por chacota mesmo a nossa política, mas ainda por protesto a este quadro (corrupção política) e ao mesmo tempo, também pelo quadro da falta de consciência politica, eleitoral do nosso povo advinda mais uma vez da falta de educação. O palhaço Deputado Federal (SP) (ganha muito mais que vereador, aumentando a disparidade ainda mais com os trabalhadores) foi eleito levantando com sinceridade a bandeira do parlamentar que se eleito, não terá muito a mudar, a melhorar, mas ao menos (máximo para ele) rico estará pós mandato.

    Como disse Ciro Junior, indicador da foto e professor de história na Bahia. - a fonte é do Sul do país (SC), imaginem as coisas como andam no Norte e Nordeste.

    domingo, 3 de julho de 2011

    Baixa qualificação prejudica o avanço da Petrobras

    O déficit de profissionais para o período 2011-2015 é de 200 mil; empresa treina 80 mil, mas considera número baixo

    Do educAÇÃO BR.

    Ficam obvias as dificuldades que uma empresa como a PETROBRAS tem de encontrar mão de obra qualificada no país. A nossa maior estatal esbarra nos empecilhos criados historicamente pelos governos brasileiros na falta de investimentos na educação pública.
    O crescimento econômico não é paritário ao crescimento intelectual e técnico dos nossos jovens, reserva de petróleo são encontradas do dia para a noite e o mesmo não acontece na melhoria, na qualidade da nossa educação básica. Nossos estudantes tem uma grande defasagem nas áreas de conhecimento ligadas ao setor de ciência e tecnologia.

    Disciplinas como a matemática é um grande problema nas escolas, faltam professores formados na especialidade e sobram de outras áreas lecionando matemática, erros correntes em outras áreas e disciplinas vão aniquilando a qualidade do nosso ensino.
    Questões com disciplinas básicas e o sistema que propicia a evasão escolar, o desinteresse acaba tirando milhares de jovens de carreiras como a engenharia, carreiras que tendo estrutura, um certo nível são carreiras complexas de se alcançar, imaginem quando não há nem o mínimo nas unidades de ensino público.

    *Exemplo: será que a NAZA tem problemas para achar mão de obra norte americana?  A resposta não está no nivel economico estadunidense e sim como este é aplicado na educação.
    Nossos governantes tem que fazer o dever de casa direito, investir pesado na educação básica, ciência e tecnologia e saber executar, aplicar e fiscalizar a qualidade do enisno básico e superior. Assim empresas como a Petrobras não precisarão trazer gente de fora e ainda pagando muito mais por isso. Injetar dinheiro e administrar a qualidade da nossa educação não é gastar dinheiro em setores pontuais, é investir no Brasil por completo.

    Da Redação do G1

    O crescimento da exploração e produção de petróleo e derivados nos próximos quatro anos esbarra em uma situação que a Petrobras, internamente, tem classificado de dramática. O déficit de profissionais para o período 2011-2015 é de 200 mil. Pior: faltam engenheiros, carreira mais importante do funcionalismo da estatal.

    O problema foi abordado pelo assessor da presidência da Petrobras, Sidney Granja, em palestra proferida há duas semanas no Rio em evento sobre a competitividade do setor de óleo e gás, realizado na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

    Assistente do presidente José Sérgio Gabrielli, Granja revelou que a Petrobras treina, no momento, 80 mil profissionais. É pouco, afirmou. "Estamos com muitas dificuldades em termos de qualificação de mão de obra em toda a Petrobras. Teremos de treinar 200 mil nos próximos quatro anos. Fazemos um trabalho extenso com universidades para a qualificação da mão de obra. É preciso resgatar a engenharia no Brasil", disse.

    A insuficiência de engenheiros em quantidade e qualidade não aflige só a Petrobras. Empresas privadas do setor têm trazido de fora profissionais de engenharia do petróleo, mecânica, civil e química, entre outras especialidades da profissão. Desde 2008, o Ministério do Trabalho registra aumentos anuais no número de engenheiros do exterior que ingressam no Brasil com ofertas de empregos no setor de petróleo.

    Em 2008, vieram 2.520 estrangeiros, dos quais 43 especializados em petróleo. No ano seguinte, as "importações" cresceram 28%, passando a 3.226, com 63 profissionais específicos do setor petrolífero. Em 2010, mais um crescimento, dessa vez de 32%, com 4.256 engenheiros admitidos no país (103 da área de petróleo). Em 2010, o crescimento foi de 32%, com 4.256 engenheiros admitidos no país

    sábado, 2 de julho de 2011

    7 motivos para você ser professor no Brasil


    7 (sete) é um número de destaque, pois ele simboliza a perfeição: em sete dias Deus fez o mundo, sete são as cores do arco-íris, mas também sete é conta de mentiroso.
    O 7 aqui será utilizado em relação à educação e, mais especificamente, ao professor. Ser professor é socializar o saber, é construir, juntamente com o discente, um conhecimento que valorize o meio em que atua. Por isso, destacar-se-ão 7 motivos para incentivar você, leitor, a ingressar nessa brilhante carreira…Leia-os com atenção e anote todos os detalhes:

    1. Estude muito e leia bastante, principalmente a vida de São Francisco de Assis; lembre-se de que você também terá que fazer um voto eterno de pobreza;

    2. Prepare-se para manejar certos instrumentos, com o giz e o apagador. Para tal, orientamos o personal stylist de Michael Jackson; você precisará de luva e máscara durante as aulas;

    3. Manter-se em forma não será problema para você; com o corre-corre de uma escola para outra, você evitará o sedentarismo; com o salário que receberá, não precisará fazer regime;

    4. O educador é o único que pode acumular cargos: além de ministrar aulas em 3 ou 4 colégios diferentes, ainda sobra tempo para ser sacoleiro, levando para as escolas os últimos lançamentos do Paraguai ou sendo importante representante de empresas como a AVON, a HERMES e a NATURA;

    5. A formação continuada do professor é algo bastante importante e valorizada pelo governo. Com sorte, você será selecionado para ficar em um grande e luxuoso hotel , desfrutar de ótimas instalações e saborear um cardápio variado; tudo isso com uma localização privilegiada e com vista para o ma…to;

    6. O local de trabalho deve ser evidenciado: o educador, quase sempre, trabalha em escolas-modelo, cujo slogan é a fartura: ‘farta’ limpeza, ‘farta’ funcionário, ‘farta’ material didático, enfim, ‘farta’ tudo;

    7. Por fim, você desfrutará de um plano de saúde de ótima qualidade, cuja eficiência é demonstrada nos consultórios psiquiátricos repletos de professores que, ao completarem a idade e o tempo de serviço, já se encontram fatigados pelo trabalho, sugados pelo sistema e em pleno desmoronamento físico, além do mental.

    Assim, depois de ler essas sete dicas, não perca a oportunidade e não desista: vá a um posto do Estado, prefeitura e inscreva-se no concurso de contratos temporários ou mesmo de efetivos. O Serviço Público quer lhe receber de braços abertos. O nosso lema é: ‘PAGUE PARA ENTRAR, REZE PARA SAIR’. Aos que já se encontram desfrutando esse ‘néctar’ que é ser funcionário público da educação brasileira, nossos parabéns, você é persistente e capaz. Possivelmente, não terá recompensa aqui na terra, mas é certo que já tenha adquirido lugar privilegiado no céu.
    Fonte: internet